A S M I R - Associação dos Militares na Reserva e Reforma

A S M I R - Associação dos Militares na Reserva e Reforma - ASMIR

                                        

 - ASMIR

Neste nosso “site” poderá encontrar informações sobre as nossas actividades, saber mais em relação ao que fazemos e, sobretudo, o que podemos fazer por todos nós.

 

Assim será possível conhecer melhor como contactar aqueles que em cada momento da vida da Associação assumem os Órgãos Sociais e solicitar outras informações, que sejam consideradas necessárias.

 

Nesta nova fase de recomeço, estamos em constante actualização  e, como tal, alertamos  para qualquer falha ou omissão  e tentaremos tão breves quanto possível  na resolução no que estará menos  bem.

ASSUNÇÃO DE FUNÇÕES 2020/2022

ASSUNÇÃO DE FUNÇÕES 2020/2022 - ASMIR

Estimados Amigos e Camaradas 

  

Após o processo eleitoral que decorreu no respeito pleno dos estatutos iremos assumir a responsabilidade de continuar a conduzir os destinos da ASMIR nos próximos três anos. 

Numa retrospectiva vamos replicar parte da mensagem de 2014: 

 “Neste momento as primeiras palavras são para saudar os associados, militares da reserva e reforma, e prestar sincera homenagem a todos os camaradas quer desde a sua fundação têm dado as condições para que esta associação continue de forma digna e competente, pugnando pela preservação dos valores e princípios que norteiam a instituição militar onde voluntariamente servimos. 

 Estamos plenamente conscientes das crescentes dificuldades que de ano para ano têm sido colocadas a todos nós, com retirada de direitos que foram adquiridos ao longo de uma vida plena de sacrifícios, tanto de cada de nós como dos nossos familiares, em particular nos períodos em que no cumprimento de missões em teatro de operações longínquos e extremamente perigosos, vimos cair vários camaradas na defesa da Pátria. 

Nestes últimos anos, temos vindo a ser duramente penalizados na retribuição que nos é devida e para a qual descontámos, a maior parte de nós mais de quarenta anos, que não é só fruto de causas externas alheias à vontade nacional, mas essencialmente de muita incompetência, imprudência e fraca consciência no tratamento da coisa pública e falta de respeito pelos direitos adquiridos. 

 Importante também referir nesse momento, a degradação da prestação de cuidados de saúde de que cada vez mais necessitamos, nomeadamente na região da Grande Lisboa, com a concentração apressada do Hospital Militar do pólo do Lumiar, onde milhares de militares no ativo, reformados e famílias têm sido atendidos com significativo demora na prestação de apoio hospitalar, muitas vezes em contentores de dimensões exíguas sendo o mínimo de condições. Apetece-nos perguntar para que foi a pressa para encerramento das instalações do Hospital da Estrela, nomeadamente as do pavilhão da família militar? Haverá algum negócio oculto? 

  É por isto que cada vez mais é necessário reforçar esta nossa associação com a captação de novos associados, participação nas actividades promovidas em prol da concretização dos fins estatuários e na difusão de informação, mas também o estabelecimento de sinergias com as diversas instituições que defendem a dignificação da condição militar e ainda com outras organizações da sociedade como por exemplo Associação de Pensionistas e Reformados com objectivos similares aos nossos. 

  O reforço da ASMIR irá permitir uma intervenção mais visível na defesa dos nossos associados e de todos os militares na reserva e na reforma, contribuindo para a preservação dos valores e princípios da instituição militar que nestes últimos anos têm sido tão esquecidos pelos responsáveis governamentais. 

  Estamos certos que podemos contar convosco, assim como todos vós podeis contar com a dedicação e empenho de todos os elementos que a partir de hoje integram os órgãos sociais da nossa associação.” 

 

Vamos situar-nos neste ano de 2020. 

O HFAR continua a ser o Centro de Saúde da Força Aérea a que foi dado o nome de Hospital da Força Aérea no ano de 1976. Erguido nos edifícios que serviam de alojamento às Praças da Força Aérea enquanto aguardavam a ida para África ou no regresso antes de passar à disponibilidade os melhoramentos nele feito não o transformaram em Hospital do século XXI. 

Continua a inexistir o edifício do Bloco Hospitalar, continua a inexistir o edifício do Bloco de Imagiologia, continua a inexistir o edifício do bloco para Doentes Subagudos, continua a inexistir a ligação entre os vários Blocos de Edifícios. 

No entanto existem verbas, em tesouraria desde 2015 e 2016, consignadas em diploma legal para este fim pelo anterior Governo do Partido Social Democrata (PSD) e Centro Democrático Social (CDS/PP) decorrentes da venda do Hospital Militar Principal do Exercito sito na Estrela e do Hospital de Marinha sito na vulgarmente designada “freira da ladra” no valo global de 29.514.700,00 euros. Mais existem desde 2014 consignadas em diploma legal, Resolução do Conselho de Ministros 38/2014 de 19 de Junho um orçamento plurianual destinado a construções e modernização dos dois Pólos do HFAR, Lisboa e Porto, assim distribuído: 2014 – 7.036.156,50 euros; 2015 – 9.778.165,00 euros; 2016 – 981.900,00 euros. Consultado o Portal dos Contractos Públicos esta verba não foi, nem de perto nem de longe, consumida. 

Insistimos com o actual Governo do Partido Socialista que vem desde Novembro de 2015 ignorando as necessidades de saúde, olvidando que a Saúde Militar é um activo do Estado para que:  

Seja construído o edifício do Bloco Hospitalar, 

Seja construído edifício do Bloco de Imagiologia, 

Seja construído o edifício do bloco para Doentes Subagudos, 

Seja construída a ligação entre os vários Blocos de Edifícios. 

Mais ainda se insiste para que seja ouvido o apelo dirigido ao Senhor Primeiro Ministro Dr. António Costa para que seja activado o Hospital Militar de Belém de Doenças Infecciosas e que este sem qualquer espírito corporativo sirva o Povo Português. 

 

  

                                                  Entroncamento, 30 de abril de 2020

                                          

 

 

  Fernando Manuel Paiva Monteiro

 

Tenente General

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